A mulher trans e o funcionário foram levados para a delegacia para prestar esclarecimentos, porém, o boletim de ocorrência não foi registrado. A indiciada foi orientada a não desrespeitar as normas e, se possível, não comparecer mais à Câmara. A mulher alega que sofreu preconceito e homofobia. Já o servidor optou em registrar o boletim de ocorrência online.